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Perguntas e respostas sobre o mundo das serpentes: desvende seis mitos sobre as cobras

Desde pequenos ouvimos diversas histórias sobre serpentes e mal sabemos os benefícios que elas trazem ao mundo. O veneno da jararaca, por exemplo, foi usado em um componente como modelo para a fabricação de um remédio muito usado para controlar pressão alta, e há pesquisas que indicam que na peçonha da cascavel pode estar um possível medicamento contra o câncer. Sem contar o quanto as serpentes são imprescindíveis para a manutenção do equilíbrio ambiental no planeta. Então por que tanta gente diz que não gosta de cobras? Muitas histórias foram espalhadas como verdade e colocam esses animais como inimigos do ser humano ou agressivos. Mas isso não é verdade. Conheça a seguir alguns mitos e verdades sobre as serpentes e saiba mais sobre esse animal tão importante para o mundo e para o homem. 

É possível diferenciar uma serpente peçonhenta de uma não peçonhenta?

É, sim. Isso pode ser feito por meio do reconhecimento do gênero ou família à qual a serpente pertence. As jararacas (gênero Bothrops) podem ser reconhecidas por meio de uma estrutura presente nas serpentes venenosas da família Viperidae chamada fosseta loreal. A fosseta loreal é uma espécie de buraco que fica entre a narina e os olhos das cobras e funciona como um termômetro usado para identificar uma presa ou um predador pelo calor que emitem. Para um especialista, essa distinção pode ser fácil, enquanto que para o cidadão comum, não. Mas a observação da fosseta loreal não é infalível. Ela não permite, por exemplo, identificar se a serpente é uma coral, sendo que todas as corais são venenosas. Outra forma de reconhecer as serpentes venenosas é identificar se ela é da espécie de cobra-coral do gênero Micrurus, pois todas são venenosas. Entretanto, existem as falsas corais – espécies não peçonhentas que imitam as características de uma coral verdadeira, mas não são venenosas. Como essa distinção é difícil de ser feita, a recomendação é assumir todas corais como venenosas e ficar distante, para não correr nenhum perigo.

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